sexta-feira, 9 de junho de 2017

Marca da saudade



No ano de 2004, eu completava meus 6 anos de idade, foi quando eu aprendi a ler. Lembro-me de minha querida professora que se chama Suely, uma pessoa calma, observadora, que amava seu trabalho, tinha paciência de ensinar tudo o que sabia para seus alunos.
Eu gostava muito de ler gibis porque vinham recheados de ilustrações, admirava os super-heróis, pois quando lia, me imaginava naquela situação onde eu salvaria todos que corriam perigo.
Quando eu e minha família viajávamos para casa da vovó, eu apreciava muito aquele momento, apesar do avô contar histórias terríveis que dizia já ter acontecido com ele. Como eu assustava com uma da qual me lembro até hoje, a história do “pai do mato”. Meu avô dizia que era um homem horrível, cabeludo que vivia no mato. Este conto ficará sempre em minhas lembranças.
Ah, meu tempo de infância! Lembro-me de escrever cartinhas para mamãe e enfeita-las de corações vermelhos que ali os desenhava e coloria cheios de amor.
Ficará em minha lembrança como marca de saudade, aquela vontade de seguir as histórias de super-heróis e vencer sempre a batalha da vida.

Júllia G. Vaz

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